Os espaços de trabalhos vêm passando por grandes transformações nas últimas décadas e têm se tornado menos formais e mais humanizados. A neuroarquitetura, que é o estudo da influência da arquitetura no sistema nervoso, comprova que ambientes de trabalho mais humanizados podem afetar diretamente na motivação e produtividade do colaborador. Segundo o estudo, um espaço de trabalho deve atender as necessidades físicas e psicológicas para promover maior produtividade e humanização.

“Para facilitar a convivência entre os colaboradores e incentivar a inovação e soluções de modo ágil e eficiente, o novo modelo de ambiente corporativo deve conter espaços abertos, facilitando a comunicação interpessoal entre os diversos setores e pessoas”, afirma Gisele Conparin, especialista em negócios internacionais do FK Grupo, detentor das marcas Sittz, Maxdesign e F.Way, que conta com soluções inovadoras para o mobiliário pensado em como o cliente vai usá-lo, como o colaborador vai sentir a funcionalidade desse produto. O mobiliário deve compreender e atender a todos os modos de trabalho que um projeto engloba.

Escritórios conectados

No lugar de salas fechadas para reuniões, as empresas estão criando locais abertos e conectados, onde a comunicação e o relacionamento interpessoal se tornam prioridade. Se por um lado o fim das paredes pode, aparentemente, tornar o local mais descontraído, movimentado, melhor aproveitado e até dinâmico, por outro, o barulho aumenta. Por isso, as ilhas de reuniões devem estar preparadas para isolar os participantes de eventuais encontros privados do restante do escritório. “Móveis que possibilitam um isolamento acústico, como o sofá Vip, da F.Way, são ideais. Mas também é preciso pensar que o local também pode receber encontros mais informais e outras atividades. Outra peça que cumpre bem esse papel é o sofá modular Flow Mod, da Sittz”, completa a especialista.

Ambientes mais informais

Além de pensar na disposição dos móveis, é preciso estar atento à gestão do espaço e das pessoas. Para aproveitar melhor o fluxo de trabalho e o resultado a ser alcançado é necessário pensar estrategicamente no impacto que o ambiente pode causar nos colaboradores. “Para que as ideias fluam, é preciso compreender e atender a todos os modos de trabalho deixando espaços livres para reuniões, criação e receber clientes”. Segundo Gisele, o novo projeto corporativo precisa quebrar antigas barreiras da hierarquia, aproximar os funcionários dos gestores e ampliar a sensação de pertencimento.

Trabalho confortável

Outra parte fundamental do ambiente é o conforto dos colaboradores. A escolha correta do mobiliário possibilita um trabalho mais produtivo e tranquilo. O principal item de um espaço corporativo são as cadeiras. Nela, passamos a maior parte do tempo, sendo fundamental saber qual o melhor tipo de assento. Para ambientes com conceito aberto, cadeiras com rodinhas são as mais indicadas por possibilitar maior locomoção dentro do espaço de trabalho. O encosto também precisa ter uma flexibilidade que possibilite um breve relaxamento e uma leve inclinação. Não menos importante, a mesa pode desempenhar a função de organizar o ambiente de trabalho. A mesa Ki, da F.Way conta com um sistema de plataformas, que se integra às necessidades práticas de modulação, permite a passagem de fios e colocação vários outros acessórios.

Tendências para 2019

Para os próximos anos, Gisele Comparin garante que a tendência é que a hierarquia de cargos seja mantida, mas de outro modo, onde as pessoas saiam de suas salas para um espaço aberto desenvolvendo um trabalho muito mais colaborativo e prático. Segundo ela, isso resulta em uma equipe mais unida e engajada.

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Fonte: Da Redação/Assessoria