A Casa Contêiner Cosentino, de Marília Pellegrini para a CASACOR São Paulo 2019, foi o projeto premiado e escolhido para representar o Brasil na International Property Awards, na categoria Architecture – Single Residence.

O prêmio, criado em 1991, é reconhecido mundialmente por sua excelência. Voltado para profissionais de todo o mundo, com projetos de arquitetura comercial e residencial, possui edições em diversas regiões do mundo, como África, Ásia, Américas Central e do Sul, Europa, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos da América.

Na primeira etapa do prêmio foram selecionados projetos de todo o país. A Casa Contêiner, em parceria com o Grupo Cosentino, foi a escolhida como melhor do Brasil por um grupo de jurados especializados para concorrer na próxima fase, com projetos que englobam representantes das Américas Central e do Sul.

O anúncio do vencedor acontecerá no dia três de outubro e, caso seja mais uma vez vencedora, a Casa Contêiner Cosentino disputará o prêmio de melhor projeto residencial junto a profissionais de todo o mundo. A arquiteta estará presente na cerimônia de gala em Toronto, no Canadá, para o anúncio do vencedor.

Sobre o projeto

Tendo como mentores ninguém menos que o arquiteto mineiro Carlos Alexandre Dumond, o Carico e o arquiteto paulistano Arthur Casas, a arquiteta mostrou na 33ª edição da CASACOR São Paulo que é possível transformar contêineres com estruturas metálicas modulares em uma casa moderna, funcional e, principalmente, acolhedora.

O conceito desse tipo de projeto se baseou na sustentabilidade e no reaproveitamento de materiais. Além disso, o tempo para elaboração e execução deste modelo de construção foi infinitamente menor, mais limpo, rápido e seco. Apesar das diversas vantagens desse tipo de obra, há ainda uma certa desconfiança mercadológica motivada especialmente pela popularização de acabamentos industriais e simples para este tipo de edificação, criando ambientes frios e impessoais. E foi com a missão de provar o contrário que Marília Pellegrini se destacou na mostra com a Casa Contêiner Cosentino.

Em seu projeto, dois contêineres foram acoplados para dar vida a uma casa de 60m², que conta com living, cozinha e lavanderia integrados, além de uma suíte com um banheiro incrivelmente confortável. Os ambientes foram tomados por tons de branco, clima minimalista e peças de grandes designers, como Oki Sato, trazendo sofisticação surpreendente para o espaço.

Para revestir a fachada, a cobertura do contêiner e os pisos internos, a arquiteta escolheu a superfície ultracompacta Dekton na cor Zenith, fazendo ressaltar ainda mais a composição dos elementos da casa. Já a mesa da cozinha foi toda revestida por Dekton Olimpo, um clássico que demonstra o refinamento da marca. Há também Dekton Opera tanto nas paredes da cozinha quanto do banheiro, além da textura surpreendente nos brises da fachada produzidos em Dekton Ariane. Em Silestone, a tonalidade Blanco Norte foi usada para arrematar o clima clean da bancada do banheiro.

Os revestimentos escolhidos para o espaço, que reproduzem a aparência nobre dos mármores, possuem propriedades que os tornam únicos. A alta resistência a raios solares, riscos, manchas, abrasão e variação de temperatura fazem com que as superfícies sejam ideais para aplicações internas ou externas, resultando em um material versátil e reconhecido por sua excelência. Além, claro, de possuir enorme gama de espessuras, cores e formatos, deixando sua impressão de personalidade em qualquer decor.

Segundo a arquiteta, a escolha tanto do uso dos materiais quanto do contêiner foi acertada de acordo com necessidades do mundo contemporâneo: “Pensei que o conceito da casa poderia funcionar muito bem, por exemplo, como um pavilhão para hóspedes em um terreno de uma casa já existente. Um projeto minimalista, que não concorre com nenhum estilo, nem mesmo com a natureza”. A casa contêiner conta ainda com uma área externa de 100m² com piso em Granito White Lava, uma horta hidropônica auto irrigável e um inconfundível jardim de bambus.

Fonte: Da Redação/Assessoria