Atualmente seis em cada 10 novos apartamentos vendidos possuem menos de 45 m², segundo uma pesquisa divulgada pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Além disso, ainda de acordo com os dados, 60% dos imóveis adquiridos em 2018 são pequenos. Com isso, os projetos tanto de décor quanto de arquitetura precisaram sofrer profundas modificações para se adaptarem aos novos tempos.

Aperfeiçoar cozinhas pequenas/Projeto: Estúdio Panapaná/Foto: FotoEstúdio360

Os cômodos de tamanhos reduzidos exigem um planejamento específico para comportar móveis e objetos de decoração e as cozinhas não fogem dessas alterações estruturais. A dificuldade está em conciliar as complexidades desse ambiente, desde a parte elétrica até o mobiliário, passando pela escolha dos eletrodomésticos.

Investir em profissionais da área que facilitam esse processo se torna imprescindível. Assim, a arquiteta Isadora Araujo, do Panapaná Estúdio de Projetos, reuniu cinco dicas essenciais para montar uma cozinha pequena sem ficar devendo nada para versões maiores. “O segredo é ter um projeto alinhado, um levantamento bem feito e o acompanhamento de uma equipe especializada”, afirma.

Importância do planejamento:

Antes de começar a comprar móveis e eletrodomésticos é preciso ter em mente que em uma cozinha pequena não existe margem de erro. Por isso a importância de um planejamento bem feito para fugir de surpresas desagradáveis. “Começar por compatibilizar as partes de elétrica, marmoraria, marcenaria, alvenaria e a pintura de forma sistemática é a principal dica”, conta Isadora.

No atendimento aos seus clientes, o escritório Panapaná presta auxílio aos moradores na escolha por peças que caibam perfeitamente nos espaços e sem prejudicar a harmonia do cômodo. Quanto menor o local, maior a necessidade de um projeto prévio.

Cozinhas pequenas precisam de planejamento/Projeto: Panapaná Estúdio de Projetos/Foto: FotoEstúdio360

Primeiro passo é escolher os eletrodomésticos:

“A geladeira dita as regras do projeto”, diz a arquiteta do Panapaná Estúdio de Projetos. Sem exageros, o item, por ser o maior da cozinha, deverá se adaptar às medidas. A escolha da geladeira, além dos demais eletrodomésticos, precisa ser feita desde o estudo preliminar.

Se a cozinha é pequena, não adianta comprar elementos grandes ou muito sofisticados. Para deixar o ambiente mais equilibrado possível, a proporção e a coerência são presenças necessárias do começo ao fim do projeto. Pensando nisso, o ideal é controlar as expectativas, eleger um estilo que combine com a personalidade dos moradores e, acima de tudo, compreender os tamanhos disponíveis.

A geladeira manda no projeto/Projeto: Panapaná Estúdio de Projetos/Foto: Rafael Roncato

Marcenaria planejada:

Em ambientes pequenos é necessário fazer o melhor aproveitamento possível. Cada cantinho tem potencial nesse tipo de ambiente com medidas reduzidas e os móveis provam essa equação.

“O ideal é optar por armários e gavetas bem estruturados que não demandem muito espaço e espessura”, afirma Isadora Araujo. Seja de MDF ou madeira, as proporções devem ser respeitadas. Atualmente, muitos elementos se adaptam à tendência dos projetos das cozinhas integradas, feitas em uma planta contínua. Os eletrodomésticos, por exemplo, já são fabricados com medidas mais estreitas, altas e profundas. Assim, a marcenaria deverá acompanhar esse fenômeno, com tamanhos coerentes e que se encaixem perfeitamente no planejamento.

Cozinhas contínuas exigem uma atenção especial/Projeto: Panapaná Estúdio de Projetos/Foto: Rafael Roncato

Altura dos moradores:

Uma dica valiosa que precisa ser levada em consideração é a altura dos moradores. Afinal, não adiantará posicionar as peças altas ou baixas demais dificultando o acesso das pessoas. Por isso, o estudo preliminar deverá trazer todas as peculiaridades do projeto, sobretudo em um ambiente complexo como a cozinha. Sendo um cômodo muito frequentado por todos os proprietários, o conforto e a praticidade são as palavras de ordem de cada decisão.

Adaptar os móveis:

Depois de pronta, a cozinha receberá os inúmeros utensílios diários. Potes de diferentes tamanhos, talheres, panelas, pratos, toalhas de mesa, entre outros, ocuparão as gavetas e armários. Se não há espaço de sobra, basta usar a criatividade. Aproveitar as paredes para fixar ganchos e nichos ajudará na organização. Os temperos e especiarias podem se tornar imãs de geladeira e elementos da decoração. “Móveis com rodinhas facilitam o descolamento pelo ambiente”, revela Isadora.

Pendurar as facas na parede facilita o dia-a-dia/Projeto: Panapaná Estúdio de Projetos/Foto: Rafael Roncato

Além disso, as prateleiras arrumam os objetos de maneira moderna e prática. As louças mais frágeis ficarão seguras longe do alcance de mãos desajeitadas. “Seguindo esses passos, a cozinha ficará linda, aconchegante e perfeita para o seu apartamento”, finaliza a profissional.

Panapaná Estúdio de Projetos

Inaugurado em 2015, o Pananá Estúdio de Projetos é fruto do sonho da arquiteta Isadora Araujo. Formada em arquitetura pela Faculdade Belas Artes em São Paulo, a profissional montou seu próprio escritório com a intenção de propor soluções criativas e práticas para os espaços. Cobrindo tanto a parte de planejamento de obras quanto de projetos, Isadora e a sócia Ingrid Cabral se dedicam em construir os imóveis perfeitos para os clientes. Até hoje já foram 26 projetos entre residenciais e corporativos. “Aqui no Panapaná gostamos de vencer os desafios inspiradas nos sonhos dos futuros moradores”, afirmam.

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Fone: (11) 5083-6264

Fonte: Da Redação/Assessoria/Panapaná Estúdio de Projetos