Em meio às medidas de isolamento social impostas ainda em março de 2020 pela pandemia, tivemos que nos adaptar, principalmente no que diz respeito à nossa relação com as nossas casas. “Não é mais um espaço para dormir e sim o lugar onde passamos o dia todo e fazemos tudo”, conta Paula Blankenstein, arquiteta da Yuca, startup referência em moradia compartilhada no Brasil.

Legenda: Apartamento Veneza 21 | Créditos: Divulgação Yuca

Um dos ambientes ao qual o time de arquitetura da startup destina maior atenção quando o assunto é transformar imóveis residenciais em coliving é a cozinha. O ambiente não é somente local de preparo de refeições, se tornando um lugar para socialização entre os membros da comunidade Yuca. Por isso, o cômodo precisou de algumas adaptações para ser funcional para diferentes perfis de pessoas: os que preferem delivery, os que curtem cozinhar e aqueles que gostam de trabalhar ou aproveitar mais um ambiente da casa.

Pensando nisso, a arquiteta Paula Blankenstein separou algumas dicas para cozinhas adaptáveis tanto para co-living quanto para aquelas que precisam ser mudadas frente às necessidades da pandemia:

• A cozinha é o cômodo central do apartamento: é importante prestar atenção no fluxo dela e como isso pode te ajudar;

• Uma boa opção é fazer uma ilha com dois cooktops, usando equipamentos mais flexíveis e que possam ser mudados de lugar por demanda dos moradores;

• Outra importante dica é reaproveitar o que já existe. Por exemplo, como a Yuca é pioneira em gestão de moradia compartilhada, os arquitetos investem em reutilizar os materiais em bom estado já existentes;

• A necessidade de ter uma cozinha preparada para qualquer situação é essencial. Por isso, na Yuca os arquitetos investem em decoração neutra e em tons de verde, cor amena e muito presente na natureza, o que gera pouca probabilidade de incômodo por parte dos moradores;

A Yuca tem como propósito viabilizar a moradia em megalópoles como São Paulo e principalmente em bairros como Pinheiros, Bela Vista, Moema, Consolação, Vila Olímpia – importantes polos econômicos da cidade. Com unidades compartilhadas e studios individuais, a Yuca entrega para os moradores (os Yukers) uma locação desburocratizada – se compararmos com os tradicionais aluguéis no Brasil, o modelo da Yuca é mais prático e rápido, além de ser até 30% mais barato do que morar sozinho nas mesmas regiões.

Sobre a Yuca: startup referência em co-living no Brasil que nasceu para revolucionar o mercado imobiliário dos grandes pólos urbanos. Com mais de 250 quartos entre operacionais e em fases finais de operacionalização, a Yuca oferece soluções de quartos individuais em apartamentos compartilhados nos principais bairros da cidade de São Paulo como Pinheiros, Bela Vista, Brooklin, Jardins, entre outros. Os apartamentos reformados, mobiliados e decorados são em média 50% mais baratos do que morar sozinho nos principais bairros de São Paulo e a locação da Yuca inclui todas as contas em um único boleto. Até hoje, a Yuca já captou US﹩ 6,0 milhões em sua rodada de seed liderada pela Monashees e com participação de Creditas, ONEVC, Barry Sternlicht (Starwood Capital), Hans Tung (GGV), Saurabh Gupta (DST) e Montage e R﹩ 25 milhões com investidores imobiliários. Em 2020, a Yuca abriu seu primeiro Fundo de Investimento Imobiliário, FII, captando cerca de R﹩ 40 milhões, se tornando o primeiro FII no mundo com um portfólio majoritariamente de apartamentos residenciais compartilhados.

Fonte: Da Redação/Assessoria/Yuca