A Yamamura, rede de lojas referência em iluminação na América Latina, recebe diariamente muitos clientes em busca de lâmpadas para seus lares, comércios e escritórios. Apesar de ser um artigo muito comum no dia a dia, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o assunto. Por isso, a megastore aproveita para esclarecer alguns pontos.

Pendentes com lâmpadas aparentes em projeto da Korman Arquitetos |Foto: Emerson Rodrigues

Variedade de Tipos

Há muitos modelos e eles podem ser classificados de diferentes formas. Primeiramente, de acordo com o tipo de soquete, que nada mais é que o componente que fica junto à lâmpada e que faz a sua ligação com a corrente elétrica. Nesse caso, os tipos de soquetes existentes no mercado são E27 (a mais comum), além do E14, GU10, G13, G9 e G4.

As lâmpadas também podem ser nomeadas de acordo com o seu formato, como Bulbo, Globo, Filamento, Palito, Vela, Tubo, Dicroica, Mini Dicroica, PAR20, PAR30, PAR38, AR70, e AR111. Cada uma delas irá atender demandas específicas, portanto sempre é interessante consultar as informações técnicas.

Também podem ser dividas em fluorescentes, halógenas e LEDS, que variam de acordo com a sua tecnologia e seu gasto energético. Dentre elas, a opção que consome menos energia é a LED, que representa 80% de economia em relação às halógenas e 30% em comparação com as fluorescentes, além delas serem mais sustentáveis por não possuírem mercúrio na composição.

No projeto da Dantas & Passos, o estar ganhou uma luminária de piso com lâmpadas de led aparentes e, no outro canto, pendente com led integrado
| Fotos Emerson Rodrigues

Tecnologia LED

Também chamadas de Light Emitting Diode (Diodo de Emissão de Luz), as lâmpadas Led são muito utilizadas atualmente. Entre seus diferenciais, possuem alta eficiência, boa reprodução das cores, vida longa, possibilidade de dimerização e economia de energia (como abordado acima). Há também os modelos RGB que agregam diversas cores.

Modelos para deixar à vista

Tendência das últimas feiras de design, as lâmpadas de filamento ganharam muito espaço na decoração. Formas atraentes e fios de luz bem marcados dão vida às peças. Antes, elas ficavam escondidas em cúpulas, mas agora vêm ganhando desenhos cada vez mais interessantes. São bem-vindas em salas de estar e de jantar, na cabeceira da cama ou acima da mesa lateral. Possuem função decorativa, portanto podem precisar de iluminações adicionais no ambiente.

Vitrine Yamamura

1. Lâmpada led bolinha de soquete E27, da Brilia, por R$ 22
2. Lâmpada led vela leitosa de soquete E14, da Philips, por R$ 33
3. Lâmpada led globo filamento G95, de soquete E27, da Stella, por R$ 63
4. Lâmpada led de filamento T30, de soquete E27, da Stella, por R$ 57
5. Lâmpada led AR-111, de soquete Gu10, dimerizável, da Brilia, por R$ 97
6. Lâmpada eletrônica de espiral de soquete E27, da Philips, por R$ 17,50
7. Lâmpada led Ar70 com soquete Gu10, da Stella, por R$ 93
8. Lâmpada Led Philips Hue, soquete E27, RGB e dimerizável, por R$ 384

Potência, Tensão, Intensidade e Fluxo Luminoso

Diariamente, os especialistas em iluminação da Yamamura encontram muitas pessoas confusas em relação a esses três temas. Por isso, é importante defini-los:

– A potência representa a quantidade de luz consumida pela lâmpada, portanto está relacionada ao gasto energético que vem na conta de luz. Sua unidade de medida é em Watt (W).

– A tensão elétrica é medida em Volts (V) e está relacionada à diferença de potencial elétrico em dois pontos, ou seja, a quantidade de energia gerada para movimentar uma carga elétrica. De forma resumida, é a medida de tensão da rede de uma determinada localização da residência.

– O fluxo luminoso é medido através dos lúmens (lm). Ele representa a quantidade de luz que determinada lâmpada irá emitir em um espaço, portanto determinará se aquele ambiente ficará mais claro ou escuro. Agora quando falarmos sobre a quantidade de luz em um determinado ponto, isso é chamado de intensidade luminosa e, ela é medida por candelas (cd).

Importante: Ter um maior fluxo luminoso não significa necessariamente um maior consumo energético, pois isso vai depender de uma série de fatores.

Temperatura de Cor

Outra informação que sempre está presente na embalagem hora de comprar uma lâmpada é a sua temperatura de cor, que irá determinar a coloração da luz que será emitida. Sua unidade de medida é a escala Kelvin (K). É possível resumir os tipos de temperatura de cor da seguinte forma:

– 2400K a 3000K (branco quente): um tipo de luz mais “amarelada”, responsável por trazer uma iluminação mais aconchegante ao espaço. Indicada para espaços como salas de estar, jantar, dormitórios, halls de entrada, locais de descanso e relaxamento no geral.

– 4000K (cor neutra). Indicada para locais de maquiagem, cozinhas, lavanderias e home office.

– De 5000K a 6500K (branco frio), proporciona um tipo de luz que ativa a concentração. Indicada para cozinhas, lavandeiras, home offices e escritórios.

Pendentes com lâmpadas aparentes em projetos da Patricia Cardoso de Mello e Oliva Arquitetura | Fotos: Emerson Rodrigues

Ângulo de abertura

Essa característica determina qual efeito que a luz proporcionará no espaço. O ângulo poderá variar entre 20 e 160 graus. Quanto maior o grau, mais aberto será o foco da luz, portanto, mais difusa (homogênea) será a iluminação no ambiente. Em contrapartida, quanto menor o grau de abertura, mais fechado será o foco de luz e, consequentemente, mais cenográfico será o seu efeito.

Yamamura

Loja online: yamamura.com.br
E-mail: comercial@yamamura.com.br

Atendimento Online (Orçamentos)

Whatsapp (11) 99737-2516 (Lojas Consolação e Lar Center)
De segunda a sexta, das 10h às 18h

Whatsapp (19) 99897-2447 (Exclusivo Loja Campinas)
De segunda a sexta, das 10h às 18h.
Whatsapp (11) 99508-5104 (Exclusivo Loja São Bernardo do Campo)
De segunda a sexta, das 10h às 18h

Fonte: Da Redação/Assessoria/Yamamura