A arquitetura do ambiente corporativo pode fazer toda a diferença no caixa da empresa. Espaços que proporcionam bem-estar e estimulam o convívio entre os colaboradores tendem a aumentar o engajamento das equipes, impactando positivamente a produtividade e, consequentemente, os resultados obtidos pelas organizações.

O novo modelo arquitetônico de pensar os espaços corporativos, mais conhecido como smart work, é uma tendência no mercado de trabalho e tem sido cada vez mais demandado por empresas visionárias. “Trata-se de uma visão estratégica, afinal, se o funcionário gostar do local que trabalha e se sentir bem, a tendência é que ele produza mais”, afirma David Braga, CEO e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina.

No smart work, elementos como iluminação, ventilação, ergonomia, conforto, plantas e cores são pensados de forma a preservar a saúde e estimular o bem-estar dos funcionários. “O projeto também precisa retratar o que a empresa deseja transmitir ao mercado e a seus clientes, sejam internos ou externos”, pontua Braga.

De acordo com Júnior Piacesi, jovem arquiteto mineiro, que está a frente do escritório Piacesi Arquitetos e Associados, que vem se tornando referência no setor, devido à atuação em diversos segmentos, a interação entre pessoas e ambiente externo influencia os níveis de substâncias químicas responsáveis por manter o funcionamento do corpo. “Como tudo é planejado para favorecer o equilíbrio das funções biológicas e psicológicas, o corpo tem mais energia para gerar criatividade, produtividade e melhores resultados”.

Piacesi utilizou o conceito de smart work para projetar o espaço do programa Varejo Inteligente, da CDL/BH. “Criamos um ambiente contemporâneo multifuncional planejado para favorecer o equilíbrio físico e emocional das pessoas, estimulando a criatividade e produtividade no dia a dia”, diz.

Para a superintendente da CDL/BH, Lidiane Rosenburg Tostes, o smart work surge para provar que a gestão inteligente é o que garante a produtividade, utilizando melhor o bom planejamento e as tecnologias disponíveis, a fim de reduzir o desgaste físico e mental e melhorar o desempenho dos colaboradores.

O modelo arquitetônico também foi utilizado por Piacesi na concepção do escritório da Elmac, empresa especializada na indústria de alimentos. “Percebemos que o projeto resultou em melhores resultados, produtividade e satisfação no ambiente de trabalho. Quando recebemos fornecedores, clientes e parceiros, temos uma estrutura confortável, funcional e, ao mesmo tempo, uma estética que gera credibilidade”, conta Elgen Machado Júnior, diretor executivo da Elmac.

Fonte: Da Redação/Assessoria