Uma das sensações mais gostosas da vida é chegar em casa, tirar os sapatos e aproveitar cada cantinho do lar. Mas antes de gozar desse momento, o morador já colecionou um diário com muitas histórias sobre a construção ou a reforma do imóvel. “Sabemos quantas etapas envolvem a execução de um projeto, que se traduz na realização de um sonho. Há sim como trabalhar sem contratempos e dores de cabeça”, afirma Karina Korn, à frente do escritório Karina Korn Arquitetura.

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Unindo sua experiência com outras profissionais da arquitetura: Pati Cillo, Paula Passos e Danielle Dantas, do Dantas & Passos Arquitetura e Ieda Korman, do Korman Arquitetos relatam os 4 passos que asseguram um enredo e um final feliz após a conclusão doo projeto. Acompanhe:

1- Projeto e cronograma:

Nada de começar uma obra sem projeto e cronograma em mãos. “Pode até parecer uma etapa cansativa e demorada. Mas sempre asseguro aos meus clientes que, quando não realizados, as consequências são sentidas das piores formas. Afinal, ninguém quem gastar acima do orçamento ou ter a obra atrasada”, destaca Pati Cillo.

Mesmo em épocas de contenções financeiras, contratar um arquiteto que atenda o estilo do proprietário é uma decisão inteligente também para balizar todas as questões do projeto e ter uma casa de acordo com as necessidades da família, assim como contar com um profissional capacitado para controlar a execução, o tempo e o desembolso financeiro.

“Depois que sou contratada pelo cliente, busco captar todas as suas necessidades e desenvolvo o projeto como um todo, sem esquecer nenhum detalhe. Se o orçamento inicial fugir do esperado, trabalhamos para aparar as arestas e substituir por materiais que ofereçam relação semelhante de custo x benefício”, indica Karina Korn.

2- Reforma de imóvel antigo:

Atualmente usamos muitos equipamentos em ambientes como home theaters. Por isso, é preciso analisar quantas tomadas são necessárias em um ambiente e se a fiação comporta essa utilização. Projeto: Karina Korn / Foto: Eduardo Pozella

Para dar vida nova a um imóvel usado e com anos de utilização, é preciso observar todos os pontos com muita atenção. É indispensável uma análise técnica nas bases estruturais – para o caso de partir para a demolição de alguma parede –, e avaliar as instalações de hidráulica e elétrica, que além de refeitas, devem considerar as novas demandas da vida moderna.

Antigamente, um projeto de elétrica considerava um número pequeno de pontos de tomada e, por consequência, um dimensionamento menor da carga calculada para o quadro de distribuição. Todavia, com o advento dos equipamentos eletroeletrônicos e eletrodomésticos em uma residência, é fundamental prever um número maior de tomadas e pontos para o projeto luminotécnico.

Além disso, a impermeabilização de paredes e tetos não pode ser esquecida. “Caso esse item seja deixado de lado, em pouco tempo o morador pode perder a pintura das paredes ou ter algum móvel danificado pelo mofo”, relata Paula Passos.

3- Materiais para a obra:

Para o revestimento, escolha opções práticas para a vida cotidiana, como o caso do porcelanato. O modelo da foto é o Athea (120 x 20 cm), da Roca Cerâmica.

Especificar materiais adequados para cada área é importante para o sucesso da obra e, sobretudo, para garantir o bem-estar dos moradores. Um revestimento sem características antiderrapantes na área externa, por exemplo, pode ocasionar quedas graves e, madeiras sem o tratamento necessário podem demandar, em pouco tempo, sua substituição por conta do ataque de brocas e cupins. “Deslizes dessa ordem podem comprometer a segurança dos moradores, a vida útil da construção e gerar custos extras”, afirma Pati Cillo.

4- Cálculo de materiais:

Antes de reformar o banheiro, observe a existência de infiltrações ou vazamentos no piso ou nas paredes. Projeto: Dantas & Passos / Foto: Maura Mello.

A arquiteta Ieda Korman revela que, sem o conhecimento técnico de profissionais especializados é muito fácil errar no cálculo da quantidade de material que precisa ser comprado – tanto para mais, quanto para menos. No caso de um revestimento, comprar uma quantidade inferior àquela necessária para a aplicação pode exigir a necessidade da compra de uma nova remessa. Nesse caso, pode haver uma diferença no tom do produto, que pode variar de acordo com o lote, ou mesmo não haver disponibilidade para compra.

Assim, Ieda prevê uma margem de 10% a partir da metragem. “Além da reposição no caso de quebras durante o assentamento, guardar algumas peças do revestimento escolhido para o piso ou a parede pode salvar o morador em necessidades futuras, já que ninguém está livre de uma infiltração no banheiro em função do vazamento no andar superior”, finaliza.

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Fonte: Da Redação/Assessoria