Com o objetivo de ampliar o uso de fontes alternativas e sustentáveis na geração de energia elétrica, a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), por meio da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) em parceria com a Sunlution Soluções em Energia Ltda, iniciou, desde o dia 26 de fevereiro, os testes da primeira usina fotovoltaica flutuante da cidade de São Paulo. O projeto piloto de 100 kilowatts de potência será avaliado durante 90 dias.

O empreendimento ocupa uma área de mil metros quadrados do reservatório Billings junto à usina elevatória de Pedreira. Para implantação do projeto foram investidos R$ 450 mil em equipamentos.

“Nós temos que buscar alternativas em parceria com a iniciativa privada e com a população a fim de mudarmos nossos hábitos e investirmos no desenvolvimento sustentável. Cuidar do meio ambiente é um dever de todos! A SIMA está atenta e buscando desenvolver políticas públicas e ações a contribuir para a preservação do nosso meio ambiente”, explica o secretário Marcos Penido.

O teste servirá para avaliar a viabilidade da implantação de usinas fotovoltaicas nos reservatórios da capital. Caso a experiência demonstre viabilidade desse tipo de fonte, a EMAE abrirá uma nova chamada pública para implantação de usinas fotovoltaicas flutuantes nas represas Billings e Guarapiranga.

Por meio de um Chamamento Público lançado em outubro, a Sunlution foi escolhida após apresentar documentação comprobatória dentro dos critérios técnicos e financeiros exigidos pela companhia. A energia gerada vai alimentar um dos escritórios da EMAE.

Assinatura de compromisso

O termo de compromisso para a entrada em operação da fase de teste da primeira usina solar fotovoltaica flutuante da cidade de São Paulo foi assinado nesta quinta-feira (27) na Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA). O documento firmado pelo presidente da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), Marcio Rea, e pelo diretor da Sunlution, Roberto Giannetti da Fonseca, teve como testemunhas o secretário da pasta, Marcos Penido e o diretor de Geração da EMAE, Itamar Rodrigues.

“São os dados obtidos a partir desta usina que vão orientar os próximos passos e pavimentar o futuro para o uso cada vez maior dessa energia renovável”, disse Penido.

A usina flutuante ocupa uma área de mil metros quadrados do reservatório Billings junto à usina de Pedreira. Com uma potência de 100 kilowatts, a unidade será avaliada durante 90 dias e recebeu o investimento de R$ 450 mil em equipamentos.

“Além da usina, instalamos também uma estação meteorológica para acompanhar outros dados como índice pluviométrico, direção e velocidade do vento”, comentou o diretor da Sunlution, Roberto Giannetti.

O período de teste servirá para avaliar a viabilidade da implantação de usinas fotovoltaicas nos reservatórios da capital. Caso a experiência demonstre viabilidade desse tipo de fonte, a EMAE abrirá uma nova chamada pública para implantação de usinas fotovoltaicas flutuantes nas represas Billings e Guarapiranga.

Por meio de um Chamamento Público lançado em outubro, a Sunlution foi escolhida após apresentar documentação comprobatória dentro dos critérios técnicos e financeiros exigidos pela companhia. A energia gerada vai alimentar um dos escritórios da EMAE.

Participaram também da reunião, o diretor da Sunlution Piauhylino Monteiro Filho, o diretor da EMAE, Luigi Lazzuri e o gerente de Novos Negócios da EMAE, Fernando Moliterno.

Fonte: Da Redação/Assessoria/SIMA