O processo de pintura é um momento de renovação do lar. Seja para reformar ou decorar, são exigidas algumas ferramentas e acessórios consideradas essenciais para que a aplicação da tinta, esmalte ou verniz seja eficiente e obtenha uma boa performance qualitativa e quantitativa. Pensando nisso, Ádame Silva, chefe de mercado de tintas da Telhanorte, faz algumas recomendações dos itens considerados imprescindíveis para a realização de uma pintura do imóvel.

Para que se tenha uma pintura completa e qualificada, devemos reunir itens que vão além de pinceis e rolos “É preciso pensar nos mínimos detalhes. Por exemplo, a proteção do chão é um ponto que deve ser levado em consideração. Plástico bolha ou papelões ondulados são itens que resolvem de maneira prática e barata essa questão e evitam possíveis necessidades de manutenção de uma superfície por manchas. Importante também saber que existem rolos com diferentes tecnologias para aplicação das tintas, inclusive, com capacidade de antirespingo e rolos de alta resistência para superfícies porosas. Estes são algumas das ferramentas que podem facilitar e entregar um resultado específico à necessidade”, destaca o especialista.

As paredes que receberão a nova pintura devem estar tratadas, ou seja, preparadas para receber a tinta. Dessa forma, é preciso que se tenha lixas adequadas ao tipo de superfície (exemplos: lixa madeira, lixa parede, lixa massa, lixa ferro). Sem esse procedimento prévio, o resultado da pintura poderá ser insatisfatório, proporcionando um retrabalho.

Pensando em possíveis imperfeições na pintura, é preciso que se tenha ainda massa corrida ou acrílica no processo de preparação da parede, item ligado à solução da pintura, mas que demandará também acessórios tais como desempenadeira e espátula.

Outro aspecto que deve ser levado em consideração é a questão do desalinhamento da pintura no ligamento entre paredes. “As fitas adesivas são excelentes opções para evitar que a pintura não fique uniforme. O item contribui no acabamento de bordas, rodapés, batentes, juntas e até mesmo para a formatação de desenhos geométricos, uma grande tendência de decoração na pintura ton-sur-ton ou degrade”, indica Ádame Silva.

Em relação aos rolos de pintura é preciso se atentar à finalidade de cada modelo. A versão em espuma é indicada para esmalte, verniz e óleo. Os de lã de carneiro destinam-se a tintas à base de água, látex PVA e acrílica. Os de pelo baixo (5 a 12 mm) são usados em superfícies lisas; os de pelo médio (19 a 22 mm) vão bem em bases semirrugosas; e os de pelo alto (25 mm) devem ser utilizados em paredes rugosas ou texturizadas. Para lugares mais altos, um extensor de rolo será essencial.

“Podemos apontar outros itens que podem compor essa cesta, como a bandeja em que será depositada a tinta antes da aplicação; pincéis e brochas para acabamentos e pintura de cantos e rodapés; misturador para que a tinta seja preparada e escada”, destaca Ádame.

Fonte: Da Redação/Assessoria Telhanorte